Wonderland Avenue

Feel free do walk in this boulevard of broken dreams

Finito March 30, 2007

Filed under: fait-divers — Aninha @ 6:47 pm

E pronto. Isto chegou ao fim. Estava-se mesmo a ver não era? Era… Então vá, cara alegre e siga a marinha (foi a expressão mais feia de que me consegui lembrar assim muito de repente…).

Merda. Merda para esta gente que me andou aqui a fazer perder tempo. Merda, merda e mais merda.

 

Nota de rodapé March 27, 2007

Filed under: fait-divers — Aninha @ 10:30 pm

A imagem do post anterior não é fruto das habituais pesquisas em banco de imagens e sites de ilustração. Tropecei nela aqui, e não resisti a trazê-la para cá, tão bem que caracterizava o meu dia.

Porque esta coisinha de usar fotos que outros procuram também não é bonita de se fazer, quando não é correctamente explicada, aqui está a justificação – desculpa o atraso, Bad.

 

Hoje Estou assim March 27, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 10:48 am

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Mais Do Mesmo March 27, 2007

Filed under: fait-divers — Aninha @ 10:37 am

Ah! E ainda não disse o melhor: se já é mau ir para o olho da rua, péssimo-péssimo é ir para o olho da rua DOENTE. Pois. Aqui a je está com febre desde domingo, tem a metade direita da garganta toda inflamada, e um terçolho na vista direita. Donde se depreende que estou mais produtiva que nunca, cheia de vontade de me levantar de manhã, e com mais gosto ainda de passar o dia em frente a um computador. Mas não vou enervar-me, não! Afinal é só a QUARTA vez que estou doente este ano. O que é isso quando 2007 ainda está no terceiro mês?!

 

Contagem decrescente March 27, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 10:31 am

Faltam mais ou menos cinco dias úteis para me pôr a andar daqui para fora. Como seria de esperar, começam a passar-me pela cabeça ideias assaz agressivas (assaz – ora aí está palavra que sempre sonhei utilizar), tipo mandar esta secretária janela abaixo, pontapear o computador, pôr bombinhas de mau cheiro nas malas das accounts, escrever palavras de ordem nos espelhos da casa-de-banho (o inevitável “Vão-se foder” seria uma delas, claro), enfim, qualquer coisa violenta e marcante que alterasse esta pseudo-paz de paredes branco-cal. Obviamente não vou tomar nenhuma destas atitudes. Dia-sim-dia-sim, até ao adeus final, vou para casa qual Calimero abandonado no meio do mato sem rebuçados, semicerro os olhos ao volante para não chorar, chamos nomes feios a todos (e todos são mesmo todos) os condutores à minha volta, rogo pragas fraquinhas a pessoas de aspecto feliz, e entro na garagem transformada em Maga Patalógica, de corvo por cima do ombro… É. Os seres frustrados são mais ou menos assim.

 

Os Cavalos Também Se Abatem March 23, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 12:28 pm

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Depressão Pós-Chuto-No-Cú March 23, 2007

Filed under: fait-divers — Aninha @ 10:39 am

Segundo estatísticas inventadas por mim há cerca de oito segundos, quando voltar a ficar desempregada, passe o pleonasmo, é bem provável que:

a) a minha dependência de postar aumente 69%

b) me dê um ataque de esquizofrenia e apague todos os meus blogs

c) o meu portátil acabe por explodir ao sétimo dia de uso intensivo

d) invente mais três ou quatro blogs para fingir que tenho imensas coisas para dizer

e) me inscreva num workshop de Kamasutra e abandone de uma vez o mundo virtual

f) nada disto aconteça – a minha vida anda tão banal, tão banal, que qualquer semelhança entre a minha pessoa e um motorista mal-humorado da Carris poderá não ser mera coincidência. A ver vamos.

 

Question… March 22, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 12:26 pm

Se aos 25 já não me posso aturar, como estarei por volta dos 50?

 

Eh pá, ‘tá porreiro… March 21, 2007

Filed under: everyday life — Aninha @ 6:26 pm

- Quando é que vocês se vão embora? Daqui a 15 dias? Hum… Então está quase, não é?

É. Parece que é. Aqui vamos nós outra vez. Olho da rua… E mais não escrevo. A felicidade está-me a entupir a veia criativa.

 

Tragicamente Eu March 20, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 12:49 pm

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(vista pelos olhos da magnífica Maggie Taylor)

 

A Fúria March 19, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 11:52 am

Não, não volto nada ao assunto mais tarde. Volto agora. Tenho de aproveitar esta raiva que me está a consumir qual bicha solitária. (respira) Ok. Cá vai disto: se ontem tivesse sido um dia útil (saí uma cerveja a 38 graus para o imbecil que se lembrou de designar de úteis os dias que passamos a carborar de manhã à noite), tinha-me despedido. Quer dizer, despedido, despedido, não tinha – tinha-me vindo embora sem voltar à casa de partida. Afinal, como é que uma pessoa que não tem qualquer vínculo a uma empresa se pode despedir? Adiante. Tinha-me despedido, porque na semana que passou e no fim-de-semana que findou pensei nisso mais de 745362704829 vezes, o que não é propriamente um bom indicador da minha felicidade laboral… E como poderia ser, se tenho 25 anos e recebo, pela minha criatividade, 130 euros? Dá para ser feliz assim? Só se for numa gruta no coração do Nepal… E sedada, porque menosprezarem o nosso trabalho desta forma, só mesmo a dormir 23 em 24 horas… Eu não queria nada soar a pobre e mal agradecida, longe de mim, mas qualquer pessoa com dois neurónios e meio concorda que isto não é vida nenhuma: 25 anos, licenciada há quatro, jornalista por três meses no jornal de sonho, por dois anos numa revista de quase-pesadelo, mal paga o tempo inteiro, todo o tempo sem contrato, sempre-sempre a engolir sapos de secretárias de redacção de mal com o mundo, constantemente com medo de ficar sem o sonho (diz que é pelo sonho que vamos, não me vejo a caminhar para lado nenhum), obrigada a largar o sonho, a bater com a porta e enfrentar o mundo das bestas, a fazer pela vida, e encarar a travessia no deserto uma vez mais, sete meses em casa (é tão giro não fazer nada…), sete meses a fingir que até dá para ser feliz com uma vidinha de merda, depois aparece um sítio novo que nos diz “experimenta” e novamente nos apunhalam por trás – trabalhas à experiência, és licenciado, sabido e viajado, porém… dão-te menos que o Sr. Zé dá ao gato que lhe bebe o leite azedo, ignoram o teu futuro, apagam as tuas vontades, destróem os teus sonhos – não queres nada, não mandas nada, não podes nada. A sério. Isto, esta vida, não é nada. Onde está a miúda rebelde que deixou o secundário com 18 valores e cheia de faltas de comparência, a antítese da boa aluna, a que ia ser alguém por ser diferente? O mundo está a adiá-la, está a desgastá-la, está a tirar-lhe a força, a sugar-lhe o sangue, a roubar-lhe a vida. E posso escrever isto dez vezes, mandar-me para o chão mais vinte, e atirar-me contra a parede cinquenta, que nada muda. Fica tudo na mesma: os recibos, a conta a zeros, a dependência dos pais, a mesada (nunca digam que com x anos não terão mesada, eu fi-lo e aqui estou, peixe que morreu pela boca), a fúria que consome o génio… Se é isto que o meu país tem para mim, então o meu país é uma vergonha porque, com muita pena minha, este texto é escrito a mil mãos. As mãos dos que, como eu, são obrigados a deixar a vida passar-lhe ao lado no cruzamento dos desejos impossíveis.

Um dia o sonho continua.

 

# 1 March 19, 2007

Filed under: everyday life — Aninha @ 10:19 am

A Maya não se enganou – elementar. Claro que eu dei a minha ajudinha pessoal… Fui dormir às duas e meia, a contragosto, depois de perder um texto que estava a passar para aqui, e que o meu computador decidiu eliminar sem dó nem piedade. Chamava-se “A Fúria”. Voltarei a ele muito em breve, já se está mesmo a ver porquê.

 

Previsão Para As Próximas Cinco Manhãs (blherc) March 18, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 9:08 pm

Ontem dei de caras com a Maya no cabeleireiro – medo, muito medo… Tivemos um tête-à-tête imaginário e ela disse-me que vai ser este o meu lindo aspecto nos cinco dias que aí vêm:

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Pensando bem, não precisava de Mayas nem de outras abelhas para adivinhar isso, mas vá.

 

Ingredientes A Usar Para Infelicidade Precoce March 16, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 5:21 pm

Usar a cabeça para algo mais do que cabelo, ganchinhos e lêndias -também há quem lhe chame pensar. Fazê-lo muitas vezes, tantas que até os olhos, que não têm nada a ver com o funcionamento directo da massa cinzenta, fiquem cansados e comecem a ver coisas – ou a não ver nada. Ter mais de duas parecenças com pessoas como eu. E o que caracteriza esses exemplares, pensam os quatro leitores e meio que estão aí desse lado? Simples. São seres humanos do mais reles que pode haver, porque ainda acreditam naquela máxima que o Almeida Garrett falava nas Viagens Na Minha Terra: “O homem nasce bom, a sociedade é que o transforma”. Tretas! O homem não nasce bom porque o homem nasce aos berros, a destruir tudo o que é tímpano, todo cagado, a sujar qualquer bata nova nas dez salas mais próximas do seu berço. Por isso não, as pessoas que crêem em coisinhas destas são um passo atrás na evolução das espécies, e eu insiro-me declaradamente nesse grupo. Os atrasadinhos mentais que preferem roer-se todos a deixarem cair as suas convicções, que acham que a sinceridade é uma bandeira que merece luta, que é melhor dizer sempre a verdade porque a mentira tem perna curtas (mesmo se à sua volta anda tudo de cadeira de rodas…), que têm uma paciência de asno para levar com doentinhos está-se-mesmo-a-ver-que-este-gajo-vai-me-foder-a-vida-toda-em-três-tempos, que assumem o papel me mãe quando deviam estar a dar uma bela queca… Enfim… O caminho a não seguir é por aqui. Se por acaso engoliram em seco três vezes, tenho imensa pena, espera-vos um longo domingo de finados. O mundo não está feito à medida de tesourinhos decadentes como nós, por isso a coisa pode ser realmente má. A boa notícia é que descobri a solução (afinal de contas, fui eu que inventei o post) para o nosso pseudo-drama, por isso quando acabarem de ler façam refresh: ao vosso lado aparecerá a Penélope (homens) ou o Sean (mulheres) – NOT.

 

A Puta Da Verdade March 15, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 6:04 pm

O meu pequeno mundo é povoado por anormais de grande calibre, com fortes hipóteses de atingirem a categoria de otários sem retorno. Já suspeitava, mas nos últimos dias tirei a prova dos nove. Eu também não escapo: dou-me com eles.

 

[...] March 14, 2007

Filed under: thougths — Aninha @ 3:41 pm

A sério, estou a sufocar de tédio… Logo hoje que acordei de bom humor! Mas será que o efeito Marilyn só dura quatro a cinco horas quando usado na minha pessoa?! Droga de sistema nervoso, ainda ontem à noite estive com a neura, não era suposto ver passarinhos agora?! Já olhei para o telefone umas 88 vezes (numa delas tropecei num insólito “mummy” e, pasme-se!, fui simpática até à ponta do meu fio de cabelo mais comprido, o que não é mesmo nada normal), abri e fechei o MSN tantas vezes quantas o lerdo do meu rato permite, olhei para a janela a ver se vinha alguém (é realmente muito possível que aconteça algo de excitante quando se trabalha num 11º andar…), fechei os olhos durante o sol do almoço, e nada. Nada. Lentamente, estou a voltar a tomar conta de mim. Faz de conta que me ausentei para uma ida à praia, e que agora estou de volta, de cabeça esturrada – ipsis verbis. Não há pachorra para me aturar, de facto.

 

Auto-flagelação March 14, 2007

Filed under: everyday life — Aninha @ 3:32 pm

Estou a ter um ataque. De caspa.

 

Wonder Woman March 13, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 3:51 pm

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Vá. Agora metam-se comigo.

 

Os Forwards March 13, 2007

Filed under: everyday life — Aninha @ 11:22 am

Ainda não são dez da manhã e já tenho dois ou três à minha espera. Isto porque fui dormir de madrugada, e limpei o mail antes de ir para a caminha. Até à hora de almoço devem ser uns dez, doze, não sei ao certo. Chegam em catadupa, outras vezes separados, outras ainda ordenados por remetente. Depois à tarde a coisa acalma um bocadinho – como se nós, portugueses, tivessemos o hábito da sesta – mas lá para o fim do dia voltam à carga. É ver a janelinha do Messenger a aparecer no canto inferior direito do ecrã a abrir e a fechar, feita doida, e lá vem mais disto. Os forwards. Essa praga da geração recibo verde. E da geração MTV e de todas as que estão abaixo. Basta um botãozinho para passar ao outro e não ao mesmo, e esturrar-lhe a paciência no entretanto. São fotografias do cão e do piriquito, são anedotas do Herman e do sósia, são recortes de jornais do interior, são torradeiras com migalhas, são autógrafos do Sócrates falsificados, são anúncios tão-bons-tão-bons que causam arrepios na espinha de um fantasma, são dicas para conquistar homens e afastar mulheres… Tudo serve para fazer forward. O pior é quem não tem paciência, nem tempo, nem vontade de levar com estes bilhetinhos electrónicos que entopem caixas de correio – sim, porque normalmente são tão grandes como as filas da segunda circular em hora de ponta – , e que é obrigado a curvar-se perante a sua existência mais do que instituida. Dizer aos amigos? Somos antipáticos. Mandar um mail anti-forward? Somos anti-sociais. Apagar na hora? É apagar o dia todo. Urge encontrar solução para este tipo de lixo amigável. Como ainda não sei qual é, voltarei ao assunto num dos próximos capítulos da minha saga “Eu contra o mundo”.

 

O Pecado Mortal Em Forma De Gente March 12, 2007

Filed under: pics — Aninha @ 6:05 pm

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